Hoje a falarmos de bodas lembrei-me da história da amiga que foi convidada para "aquele" casamento. Ficou meio surpreendida. Não eram assim tão íntimos. Mas lisonjeada e inclinada a dizer que sim. Só que o Demiurgo que não gosta dos apaixonados quis que por artes que para aqui pouco importam esbarrasse numa listazinha de convidados. A primeira coluna tinha o nome de cada pessoa e a segunda aquilo que era claramente o prognóstico de prenda. E lá estava o seu nome, eleito como uma das algibeiras que alimentavam maiores expetativas de prodigalidade.
O Lumbrales dizia que o avô em certa ocasião percebeu a mesma esparrela. Mandou apenas flores. Caras para que a expetativa não se gorasse de todo.
A minha amiga acho que simplesmente não foi.
E todos viveram felizes para sempre.
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