Eu na caixa para pagar o saco de terra. O jardim Zen vai e agora a Eva quer cenouras. A mim pouco me importa. O ritual faz-me bem, dê o que der. E de repente começa o sururu. Dois gajos de mau ar estão a armar sururu. Qualquer coisa acerca de lâmpadas que não funcionam e que o chinês não quer trocar. Não sei quem tenha razão mas sei quem a está a perder. Os tipos começam a dar pontapés por todo o lado. Gritam, ameaçam. Às tantas um funcionário chinês empurra um deles que em semi-voo mete o pé fora da loja. "Filhos de puta, querem roubar vão roubar para o vosso país. No meu não roubam vocês..."
Paguei e saio sem saber o fim da história. Mas trago um travo de mau prenúncio destes tempos preso na garganta.
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