Hoje descia à rua e vi os putos da faculdade no frenesim da praxe. Depois, ainda há pouco cruzei-me de novo com putos. Podiam bem ser os mesmos, apinhavam a rua ao largo dos bares de Santos. Efusivos nas pinturas de guerra da noite.
Perguntei-me como estará a cidade daqui a dois, três anos.
Nas conversas de amigos não falamos de outra coisa. De futuro, qual seja, haverá?
Os putos por ora não pensam nisso.
É quase aliciante. Será que os problemas para que eu me recuse a olhar persistirão em existir?
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